Frio.
Numa casa, imaginando cada qual com direito a uma divisão da casa, cada qual tem assim o seu canto.
E nesse canto guarda-se, descansa e partilha consigo mesmo muita coisa.
Ao longo do tempo vou constatando que a minha divisão da casa é a sala de estar...e não o meu quarto.
Afinal, dou por mim parado, sentado no sofá, vendo televisão...com toda a gente a passear-se entre mim e o intermitente ecrã da caixinha mágica.
...Nem se dão conta. Simplesmente é como se não estivesse ali nada, nem a televisão é notada.
A verdade é que cada um tem o seu espaço bem definido e insiste em defini-lo...e o meu, esse, cisma em querer ser de todos.
Lá me calhou a sala. Menos mal, há quem não saia da casa de banho...
Haja paciência*
E nesse canto guarda-se, descansa e partilha consigo mesmo muita coisa.
Ao longo do tempo vou constatando que a minha divisão da casa é a sala de estar...e não o meu quarto.
Afinal, dou por mim parado, sentado no sofá, vendo televisão...com toda a gente a passear-se entre mim e o intermitente ecrã da caixinha mágica.
...Nem se dão conta. Simplesmente é como se não estivesse ali nada, nem a televisão é notada.
A verdade é que cada um tem o seu espaço bem definido e insiste em defini-lo...e o meu, esse, cisma em querer ser de todos.
Lá me calhou a sala. Menos mal, há quem não saia da casa de banho...
Haja paciência*


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