quinta-feira, abril 08, 2010

Gelar.

Conta o tempo que o vento veio para gelar as hostes...
Parar de sentir.
Parar de voar.
Gelar, como é costume dele em mim.
Mais uma vez o vento não calou, mas avivou a dor calando.
E no entanto, nada deixa à altura do que leva...agonizando-nos o peito com o frio.

Resta-me a certeza, Mana, que tudo o que vivemos é tudo mesmo.
Tudo!
Porque uma vida Toda não é sinónimo de vida longa...
...E porque ambos nos demos a conhecer sem limites nesta união tão eterna.
És a minha Mana do Coração, que eu guardarei no meu cerne vital até ao fim dos meus dias...
As tuas Meninas são o meu desafio mais vivo...estarei à altura da nossa cumplicidade, não falharei*

Nada será como dantes, nem como depois.
Mas te garanto que seremos para sempre os dois.

Até sempre, Marcela...minha irmã do Coração*

...até sempre, meu Anjo**