quinta-feira, outubro 08, 2009

Chuva.

Lentas caem as gotas sobre o peso de si mesmas, na terra árida de longos tempos de seca.

Não precisam de mais do que o seu próprio balanço, e a sua repetida persistência na queda, para conseguirem o seu intento.

Uma gota de nada serve, nem a sede mata.
Muitas gotas podem afogar muita coisa.

Assim paira a sensação estranha de não saber sequer se uma gota não será demais...aprende.

Espero conseguir resistir à melancolia de um céu escuro, de gota após gota sobre o casaco, e só ver esse cenário....do lado de fora*